Advogado de herança e inventário em Salvador

Seu familiar faleceu e deixou bens? Ou sua família não entra em acordo sobre a herança?

Se você precisa dividir bens, vender um imóvel herdado, receber sua parte da herança ou resolver conflitos entre irmãos, existem caminhos jurídicos para buscar uma solução.

Sou André Lopes, advogado com quase 20 anos de experiência. Posso analisar sua situação e ajudar você a buscar uma solução.

Descreva sua situação em poucas linhas. Atendimento em Salvador e on-line.

Qual é a sua situação?

  • Advogado André Lopes Santos · OAB/BA 32.072
  • Quase 20 anos de advocacia
  • Família e sucessões

Situações de herança

Qual dessas situações você está enfrentando?

Mesmo quando a família não chega a um acordo, existem caminhos jurídicos para buscar uma solução. Veja se o seu caso aparece abaixo.

Falecimento e bens a regularizar

Quando o familiar faleceu e o patrimônio ainda não foi passado para os herdeiros.

“Meu familiar faleceu e os bens continuam no nome dele.”

Casas, terrenos, veículos e contas só podem ser transferidos formalmente aos herdeiros depois do inventário. O primeiro passo é levantar documentos, herdeiros e dívidas para definir se o caminho é o cartório ou a Justiça, inclusive quando há vários imóveis e ninguém sabe por onde começar.

Falar sobre este caso

“Ficou dinheiro no banco e não conseguimos receber.”

Saldos de contas e aplicações fazem parte da herança. Dependendo do valor, o banco libera por alvará ou exige o inventário. Também é possível consultar valores esquecidos em nome do falecido.

Falar sobre este caso

“A herança está parada há anos e ninguém resolve.”

Inventário atrasado ainda pode ser feito. Quanto mais o tempo passa, mais crescem os problemas com imposto, documentos e imóveis, por isso vale avaliar a situação atual e o melhor caminho para regularizá-la.

Falar sobre este caso

Conflitos entre irmãos e herdeiros

Quando a família não concorda ou um dos herdeiros está levando vantagem.

“Meu irmão não quer vender a casa que herdamos.”

Mesmo sem acordo, existem medidas jurídicas para buscar a solução do impasse: concluir a divisão da herança e, quando o imóvel não pode ser dividido, pedir a sua venda e a repartição do valor. Vale também avaliar a compra da parte do outro herdeiro. O mesmo vale se ele se recusa a assinar os documentos.

Preciso resolver um conflito de herança

“Um herdeiro mora sozinho na casa ou recebe todo o aluguel.”

Dependendo da situação, os demais herdeiros podem pedir indenização proporcional pelo uso exclusivo e a divisão dos aluguéis, além de medidas para proteger seus direitos sobre o imóvel.

Preciso resolver um conflito de herança

“Alguém está administrando os bens sem prestar contas.”

Quem administra os bens da herança, seja irmão, madrasta ou padrasto, precisa prestar contas. É possível exigir esclarecimentos sobre bens e rendimentos e, em casos graves, pedir a troca de quem os administra.

Preciso resolver um conflito de herança

Imóvel herdado que não consegue vender

Quando existe comprador, interesse em vender ou um imóvel esquecido.

“Apareceu um comprador, mas o imóvel ainda está no nome de quem faleceu.”

A venda só se completa com o imóvel regularizado. Conforme o caso, é possível concluir o inventário, pedir autorização judicial para vender ou ceder os direitos hereditários. Se há herdeiros impedindo a venda, existem medidas para destravar o impasse.

Quero regularizar um imóvel herdado

“O imóvel está abandonado ou passou por gerações sem documentação.”

Imóvel parado acumula dívidas e riscos. A regularização começa pelo levantamento da cadeia de herdeiros e dos documentos, e pode exigir mais de um inventário. Posso analisar a documentação e indicar o caminho juridicamente adequado para regularizar o imóvel.

Quero regularizar um imóvel herdado

Herança desigual e herdeiros deixados de fora

Quando a divisão parece injusta ou alguém foi excluído.

“Meu pai deu imóveis a um filho e os outros ficaram sem nada.”

Algumas doações feitas em vida precisam ser consideradas na divisão da herança. Um advogado pode analisar se a distribuição respeitou os direitos dos demais herdeiros e se é possível corrigir a partilha.

Quero saber como receber minha parte

“Minha madrasta ficou com tudo ou os filhos de outro casamento me deixaram de fora.”

Filhos de qualquer relacionamento têm os mesmos direitos. A parte do cônjuge depende do regime de bens, e a meação não se confunde com herança. Vale conferir quanto cabe a cada um antes de aceitar a divisão.

Quero saber como receber minha parte

Viúvos, companheiros e famílias recompostas

Quando o direito à casa e aos bens depende do tipo de relacionamento.

“Meu companheiro faleceu e a família dele não reconhece meus direitos.”

O companheiro tem direitos na herança e, em muitos casos, o reconhecimento da união estável pode ser pedido na Justiça mesmo depois do falecimento. Provas de convivência fazem diferença.

Falar sobre este caso

“Meu marido faleceu e os filhos dele querem vender a casa onde moro.”

Em regra, o cônjuge pode continuar morando no imóvel da família, o chamado direito real de habitação, e também pode ter direito à meação e à herança. Cada situação precisa ser analisada.

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Como posso ajudar

Como posso ajudar você a resolver seu problema?

Cada situação pede um caminho próprio. Veja em que posso atuar:

  • Resolver conflitos entre herdeiros: avaliar medidas jurídicas quando não há acordo, inclusive uso exclusivo do imóvel, aluguéis e prestação de contas.
  • Regularizar e vender imóveis herdados: conduzir as providências para a regularização documental, inclusive em heranças antigas, e para a venda.
  • Buscar a divisão e o recebimento da herança: buscar a distribuição dos bens conforme os direitos de cada herdeiro, inclusive quando alguém foi excluído da divisão.
  • Proteger direitos de viúvos e companheiros: analisar a situação patrimonial e os direitos decorrentes do relacionamento.
  • Analisar doações em vida e possíveis irregularidades: verificar se os direitos sucessórios foram respeitados.
  1. Você conta o casoQuem faleceu, quais bens existem, quem são os herdeiros e qual é o impasse.
  2. Analiso a situaçãoDocumentos, herdeiros e o caminho mais adequado: acordo, cartório ou Justiça.
  3. Você decide com clarezaRecebe a orientação e as condições de contratação antes de seguir.
Fale comigo e conte o que está acontecendo

Cada caso é analisado individualmente. Não há garantia de resultado.

André Lopes, advogado em Salvador, OAB/BA 32.072, atua em inventário, herança e direito de família

Quem vai cuidar do seu caso

André Lopes Santos

Advogado · OAB/BA 32.072

Advogado com quase 20 anos de experiência na advocacia, atuando na análise e condução de questões patrimoniais, conflitos entre herdeiros, regularização de imóveis e divisão de bens.

  • Atuação em inventário, partilha de bens, conflitos entre herdeiros e regularização de imóveis herdados.
  • Explico cada etapa em linguagem simples e informo as opções antes de qualquer decisão.
  • Graduando em Psicologia, formação que complementa o atendimento em situações de perda e de conflito familiar.
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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre herança e inventário

Respostas diretas às perguntas que as famílias mais fazem. O conteúdo é informativo e baseado na legislação brasileira. Por André Lopes, OAB/BA 32.072 · atualizado em 26/10/2026.

Meu irmão não quer vender a casa que herdamos. O que fazer?

Enquanto a herança não é partilhada, os bens pertencem a todos os herdeiros em conjunto, e a venda de um imóvel específico normalmente depende de acordo ou de autorização do juiz no inventário. Se o impasse continua, o caminho costuma ser concluir a partilha e, depois, pedir a extinção do condomínio: quando o imóvel não pode ser dividido, a Justiça pode determinar sua venda e a repartição do valor, respeitada a preferência prevista em lei. Antes disso, vale tentar um acordo, inclusive a compra da parte do outro herdeiro.

Posso vender minha parte da herança?

Sim. O herdeiro pode ceder seus direitos hereditários por escritura pública, mesmo antes da partilha (Código Civil, art. 1.793). A cessão transfere a fração da herança, e não um cômodo ou lote específico. Os demais herdeiros têm preferência para comprar em igualdade de condições (art. 1.794) e, se a venda a um estranho ocorrer sem que sejam avisados, podem reivindicar a parte em até 180 dias (art. 1.795). Antes de fechar negócio, convém verificar dívidas do falecido e a tributação.

Um herdeiro pode morar sozinho na casa deixada pelos pais?

Enquanto a herança não é dividida, o herdeiro pode usar o imóvel, desde que não impeça os demais de exercerem seus direitos. Se os outros herdeiros se opõem ao uso exclusivo, o ocupante pode ser obrigado a indenizá-los pela parte que lhes cabe. Há uma exceção importante: o cônjuge ou companheiro sobrevivente pode ter direito real de habitação sobre o imóvel residencial da família. Por isso é preciso verificar quem mora na casa e em que condição.

Quem mora sozinho em imóvel herdado precisa pagar aluguel?

Pode precisar. Quando um herdeiro usa o imóvel com exclusividade, os demais podem pedir indenização proporcional às suas partes, com base nas regras do condomínio (Código Civil, art. 1.319). A discussão costuma girar em torno do momento em que a oposição ao uso exclusivo foi manifestada, por isso a notificação formal do ocupante é um passo importante. Em regra, não há aluguel a pagar quando o morador é cônjuge ou companheiro com direito real de habitação, nem quando os herdeiros concordaram com o uso gratuito.

Meu irmão recebe os aluguéis da casa herdada. Tenho direito a uma parte?

Em regra, sim. Enquanto o imóvel pertence a todos os herdeiros, os frutos que ele produz, como o aluguel, devem ser partilhados na proporção da parte de cada um (Código Civil, art. 1.326), descontadas despesas comuns como impostos e conservação. Quem recebe sozinho pode ser chamado a repassar a diferença. O primeiro passo é reunir o contrato de locação e os comprovantes de pagamento e pedir esclarecimentos. Se não houver acerto, é possível exigir a prestação de contas e cobrar os valores, dentro do inventário ou em ação própria, conforme o caso.

Meu pai morreu e deixou uma casa. Como passar para meu nome?

Para colocar o imóvel no nome dos herdeiros, normalmente é preciso fazer o inventário e registrar a partilha no Cartório de Registro de Imóveis. Se houver acordo, o procedimento pode ser feito em cartório, com advogado. Mesmo com herdeiro menor ou incapaz, ou com testamento, a via extrajudicial pode ser possível se forem cumpridos os requisitos da Resolução CNJ 35/2007, alterada pela Resolução 571/2024, como a manifestação do Ministério Público no caso de incapazes e a autorização judicial prévia no caso de testamento. Havendo conflito, pode ser necessária a via judicial. Também é preciso recolher o ITCMD e reunir as certidões do imóvel e do falecido.

Como receber dinheiro que ficou no banco depois do falecimento?

Os valores fazem parte da herança. Para quantias de pequeno valor, a Lei 6.858/1980 permite a liberação por alvará judicial, sem inventário completo; em valores maiores, os bancos normalmente exigem o inventário, judicial ou em cartório. Quando há dúvida sobre saldos esquecidos, o Banco Central mantém o sistema Valores a Receber, que pode ser consultado em nome do falecido. Em situações específicas, como FGTS e PIS, a liberação segue regras próprias, sem inventário. O banco costuma pedir certidão de óbito, documentos dos herdeiros e comprovação de quem pode receber.

O que fazer quando um herdeiro não quer assinar o inventário?

A assinatura de todos só é indispensável no inventário em cartório. Se um herdeiro se recusa, o inventário pode seguir pela via judicial, em que o juiz nomeia o inventariante e decide a partilha sem depender da concordância de cada um. Qualquer herdeiro pode pedir a abertura do processo. Se o herdeiro que resiste também está usando os bens ou ocultando patrimônio, há medidas como a prestação de contas e a ação por bens sonegados. Antes disso, uma negociação costuma ser mais rápida.

O que fazer se um dos herdeiros não presta contas dos bens?

Quem administra bens da herança tem o dever de prestar contas. Com o inventário aberto, o inventariante deve apresentar contas e pode ser removido do cargo se não cumprir seus deveres (CPC, arts. 618 e 622). Se o inventário ainda não foi iniciado, qualquer herdeiro pode pedir sua abertura e a nomeação de inventariante, ou ajuizar ação de exigir contas contra quem administra os bens (CPC, art. 550 e seguintes). Havendo ocultação de bens, também existe a ação de sonegados (Código Civil, art. 1.992).

Meu pai deu uma casa apenas para um filho. Isso é permitido?

O pai pode doar em vida, mas não pode prejudicar a parte que a lei reserva aos herdeiros necessários, a chamada legítima, que corresponde à metade do patrimônio. A doação a um filho, em regra, é adiantamento da herança: o bem deve ser trazido à partilha (colação) para que os demais recebam o equivalente, salvo se o pai determinou que a doação saísse da parte disponível. Se ela excedeu o que ele podia dar, o excesso pode ser contestado (Código Civil, arts. 544, 549 e 2.002).

A madrasta tem direito a toda a herança?

Não necessariamente. É preciso separar meação e herança. Conforme o regime de bens, a viúva pode ter direito à metade dos bens do casal por direito próprio (meação); só a outra metade e os bens particulares do falecido formam a herança. Sobre ela, o cônjuge pode concorrer com os filhos ou não, dependendo do regime de casamento (Código Civil, art. 1.829, I). Os filhos do falecido, de qualquer relacionamento, são herdeiros necessários, então dizer que eles não têm direito costuma estar errado.

Os filhos de casamentos diferentes têm os mesmos direitos?

Sim. A Constituição (art. 227, § 6º) e o Código Civil (art. 1.596) proíbem qualquer distinção entre filhos, sejam do primeiro casamento, de outro casamento, de união estável ou de fora dela. Todos dividem a herança do pai ou da mãe em partes iguais. O que muda é a meação do cônjuge de cada relacionamento e a existência de bens que pertenciam apenas ao falecido. Quem ainda não foi reconhecido pode pedir o reconhecimento da paternidade e a petição de herança, observados os prazos legais.

A companheira tem direito à herança?

Sim. Em 2017, o Supremo Tribunal Federal decidiu (RE 878.694, Tema 809) que o companheiro deve receber o mesmo tratamento do cônjuge na sucessão, afastando a regra anterior do art. 1.790 do Código Civil. A companheira pode ter direito à herança, conforme o art. 1.829, e à meação dos bens adquiridos durante a união, nos termos do regime aplicável. Se a família do falecido não reconhece a união, é possível pedir à Justiça a declaração da união estável, com provas de convivência pública, contínua e duradoura, estabelecida com o objetivo de constituir família.

Os filhos podem obrigar a viúva a sair da casa?

Em regra, não. O Código Civil (art. 1.831) assegura ao cônjuge sobrevivente, qualquer que seja o regime de bens, o direito real de habitação sobre o imóvel residencial da família, desde que seja o único dessa natureza a inventariar. Ele permite continuar morando lá sem pagar aluguel, e a jurisprudência também o reconhece ao companheiro. Há discussões em situações específicas, como imóvel que não pertencia apenas ao falecido, por isso convém analisar os documentos antes de concluir.

É possível resolver uma herança mesmo sem acordo entre irmãos?

Sim. Sem acordo, o inventário é judicial: o juiz nomeia um inventariante, os bens são relacionados e avaliados, e a partilha é decidida mesmo que algum herdeiro discorde. O processo pode levar mais tempo que um inventário consensual, e muitas vezes o acordo surge durante ele, por negociação ou mediação. Questões como venda de imóvel, uso exclusivo, aluguéis ou doações em vida podem ser discutidas dentro do inventário ou em ações próprias, conforme o caso.

Como vender um imóvel que ainda está no nome de uma pessoa falecida?

O comprador não consegue registrar uma venda feita em nome de quem já morreu. Em regra, o caminho é concluir o inventário, em cartório quando possível ou na Justiça, registrar o imóvel em nome dos herdeiros e só então vender. Há alternativas: pedir ao juiz do inventário autorização (alvará) para vender o bem quando houver necessidade, como pagar dívidas, ou ceder os direitos hereditários por escritura pública (nesse caso, o comprador adquire a posição do herdeiro na herança, não a propriedade registrada do imóvel). Cada opção tem efeitos sobre impostos e sobre a segurança do comprador, e deve ser analisada com os documentos em mãos.

Quanto custa resolver um inventário?

Depende dos bens e do caminho escolhido. Os custos obrigatórios incluem o ITCMD, imposto estadual cuja alíquota é fixada por lei de cada estado (o limite nacional é de 8%); os emolumentos do cartório, no inventário extrajudicial, ou as custas judiciais, no judicial; e as despesas de registro e certidões. Soma-se o honorário do advogado, definido por contrato. O total varia conforme o patrimônio, o número de imóveis e a existência de conflito. Quem não pode pagar pode procurar a Defensoria Pública.

Quanto tempo demora para resolver uma herança?

Varia muito. O inventário em cartório, com todos de acordo e documentos em ordem, pode ser concluído em semanas ou poucos meses. O judicial costuma levar de alguns meses a vários anos, principalmente com conflito entre herdeiros, bens em outras cidades, dívidas ou herdeiros menores. A lei prevê o prazo de 12 meses para concluir o inventário judicial (CPC, art. 611), mas na prática ele é frequentemente ultrapassado. Os maiores atrasos vêm da falta de documentos e da discordância sobre a partilha.

É possível fazer inventário depois de muitos anos?

Sim. O inventário pode ser aberto mesmo décadas depois do falecimento, mas o atraso tem custos. A lei prevê abertura em até dois meses (CPC, art. 611), e a legislação estadual pode impor multa sobre o imposto, além de juros. O imóvel acumula dívidas e problemas de documentação, e localizar herdeiros e certidões fica mais difícil. Quem foi excluído da divisão também tem prazo para pedir sua parte (petição de herança), geralmente discutido como de 10 anos, com exceções. Por isso, quanto antes, melhor.

Preciso de advogado para receber minha herança?

Para o inventário, sim. Tanto no judicial quanto no extrajudicial, a lei exige a assistência de advogado ou defensor público: no cartório, ele acompanha os herdeiros e assina a escritura (CPC, art. 610, § 2º). O advogado também confere se a partilha respeita os direitos de todos antes da assinatura. Quem não tem condições de contratar pode procurar a Defensoria Pública, que presta esse atendimento a quem comprova hipossuficiência.

Está enfrentando problemas com a herança da sua família? Posso ajudar você a buscar uma solução.

Conte sua situação pelo WhatsApp para que eu faça uma avaliação jurídica do caso e oriente os próximos passos.

Ajuda muito informar: quem faleceu, quais bens existem (imóveis, contas, veículos), quem são os herdeiros e qual é o impasse.

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